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Publicado em 14/07/2018 09h41

Clubes querem destituir Nosman da FPF e ele rebate: “Conluio e interesses políticos”

Para o presidente da FPF, existe um “conluio perpetrado por algumas pessoas cujos interesses são desconhecidos da Federação, mas cujas práticas são reprováveis e ilegais.

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imagem retirada da internet 

A destituição de Nosman Barreiro da Presidência da Federação Paraibana de Futebol (FPF) é a pauta central de uma Assembleia Geral Extraordinária prevista para a próxima segunda-feira (16). A assembleia foi convocada pelo presidente do Conselho Fiscal da FPF, Marcílio Braz, em um documento subscrito por 27 agremiações, entre clubes e ligas de futebol.

A assembleia está prevista para começar às 14h, no auditório do Esporte Clube Cabo Branco, no bairro de Miramar, em João Pessoa.

Além da destituição de Nosman, “por cometer gestão temerária a Federação”, o grupo quer a antecipação das eleições na entidade e a nomeação de uma Junta Administrativa, composta por duas pessoas, para administrar a FPF até a eleição do novo presidente.

Em resposta, Nosman Barreto disse que a assembleia não tem legitimidade e determinou a abertura de um inquérito administrativo para apurar a conduta de Marcílio Braz, que, segundo ele, não tem prerrogativas para convocar a assembleia.

“Os interesses do Sr. Marcílio mostram-se totalmente duvidosos a partir de sua conduta antidemocrática e, pior, contrária aos interesses da própria Federação, entidade a qual deveria servir como membro igualmente eleito”, disse Nosman.

Para o presidente da FPF, existe um “conluio perpetrado por algumas pessoas cujos interesses são desconhecidos da Federação, mas cujas práticas são reprováveis e ilegais.

Ele também afirma que o fato motivador para fundamentar a “administração temerária simplesmente não existe”.

Nosman afirma que a FPF é uma entidade que tem por finalidade “servir aos filiados, e por óbvio, toda e qualquer manifestação, seja para fins de antecipação de eleições, seja para outros fins, será prontamente analisada, desde que observe as disposições legais e estatutárias”.

“Fica evidente que os atos praticados e aqui rechaçados têm interesses eminentemente político, e não técnicos, como querem fazer parecer. É lamentável que após uma das páginas mais negras do futebol paraibano algumas pessoas busquem através de meios escusos desconstituir uma situação avalizada pelo meio democrático e jurídico, posto que esta Presidência foi eleita democraticamente para a condição de vice-presidente da FPF, e assumiu o cargo de presidente em virtude de decisão judicial que afastou seu antecessor de suas funções”, disse o presidente da FPF.

Nosman Barreiro assumiu o cargo de presidente da FPF no dia 28 de junho, em substituição a Amadeu Rodrigues, que foi afastado por força de uma decisão da Justiça.

Amadeu Rodrigues e mais 16 pessoas foram denunciados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Eles, segundo o MPPB, incorreram nos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica e crimes contra o futebol (Estatuto do Torcedor).

Fonte: Da Internet
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