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Publicado em 12/07/2018 10h26

Apesar de fortes chuvas, Defesa Civil não registra chamados em áreas de risco; 107 mm em 48h

O coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, comentou que apesar das fortes chuvas que caíram na Capital nas últimas 48 horas, não houve nenhum registro de problemas como queda de barreiras ou alagamentos em residências.

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O coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, comentou que apesar das fortes chuvas que caíram na Capital nas últimas 48 horas, não houve nenhum registro de problemas como queda de barreiras ou alagamentos em residências. O acumulado das últimas 48 horas ultrapassa 107 mm.

De acordo com Estrela, as chuvas eram aguardadas para junho, mas apesar de virem 'atrasadas', já teve períodos assim até no final de agosto, então a Defesa Civil estava preparada. A previsão é de diminuição das chuvas que podem continuar nesta quinta-feira (12), porém na sexta-feira (13), já não devem mais estar tão intensas. 

Estrela explicou que pontos como as imediações da CBTU, no Centro de João Pessoa, que geralmente alagam na chuva não demoraram mais de 30 minutos para a água escoar e que acontecem empoçamentos em ruas sem saneamento, porém que essa condição é considerada normal. 

'A cidade é antiga e tem falhas na drenagem, mas nos últimos seis anos houve muitas correções na drenagem e pontos críticos foram sanados", disse.

São José ainda é um bairro que a Defesa Civil tem um olhar especial por conta do grande número de famílias que ainda reside apesar de muitas famílias já terem sido retiradas. A situação da região que fica por trás do Shopping Manaíra, lá tem estreitamento do rio e as vezes acontece alagamento em residências, mas o trabalho preventivo de limpeza do rio e aprofundamento da calha tem funcionado. 

O telefone de contato é: 0800 285 9020.

Trincheiras - Ministério Público Federal (MPF) recomendou que a Prefeitura de João Pessoa entre com ação judicial para retirar as famílias que moram na rua Saturnino de Brito, situada no bairro Trincheiras. Segundo o órgão, o local apresenta risco de deslizamento de barreira e desabamento.

A secretária interina municipal de Habitação Social, Sachenka Bandeira, informou que a ação ainda não foi ajuizada, mas que a previsão é de que isso seja feito até o dia 30 de julho.

De acordo com o MPF, para tomar a decisão o procurador regional dos Direitos do Cidadão, José Godoy Bezerra de Souza, considerou dois laudos técnicos, elaborados pela Defesa Civil e por um perito técnico em engenharia civil, que apontaram que a área da rua está, em sua maioria, sob risco de desabamento.

Conforme a recomendação feita pelo órgão, a prefeitura também deve disponibilizar um número de telefone para que as famílias interessadas em mudar para uma nova área possam realizar o cadastro para serem contempladas com novos imóveis.

O promotor ainda comentou que o MPF busca preservar os laços das pessoas com os locais de origem, mas que a recomendação de retirar os moradores teve que ser feita devido ao risco no local.

 

Fonte: Da internet
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