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Publicado em 04/02/2015 12h03

Rachel Sheherazade: Resposta do judiciário brasileiro ao petrolão tem que ser mais firme

O respeitadíssimo jornal britânico Financial Times, cobrou explicações da presidente sobre o que ela sabia do esquema de corrupção envolvendo os governos petistas e empresas privadas, e que acontecia embaixo dos bigodes de Dilma Rousseff.

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Mal o Governo digeriu a derrota humilhante na Câmara dos Deputados com a eleição do desafeto do Palácio do Planalto, Eduardo Cunha, a oposição não perdeu tempo.
Sem dar trégua à presidente Dilma Rousseff, PSDB e PPS aproveitam o clima de insatisfação contra o PT para colher assinaturas que validem a criação de uma nova CPMI sobre o escândalo da Petrobras.
 
Até agora foram colhidas 64 assinaturas. Serão necessárias mais 107 rubricas, fora a adesão de 27 senadores.
O presidente da Câmara já sinalizou ser favorável a abertura da Comissão, o que será mais uma dor de cabeça para a mandatária.
Tensão no Brasil, pressão do resto do mundo.
Na sexta feira, o respeitadíssimo jornal britânico Financial Times, cobrou explicações da presidente sobre o que ela sabia do esquema de corrupção envolvendo os governos petistas e empresas privadas, e que acontecia embaixo dos bigodes de Dilma Rousseff.
 
Segundo o jornal, apesar de não haver ainda acusações formais contra a presidente, ela deve explicações já que era integrante do Conselho de Administração da estatal.
De acordo com o artigo, intitulado LIMPANDO A BAGUNÇA NA PETROBRAS, a deterioração da empresa seria culpa do PT e de "seu desejo de poder", já que, segundo delação de envolvidos no escândalo, o dinheiro roubado da Petrobras foi usado para comprar alianças no Congresso e financiar as duas campanhas presidenciais de Dilma.
 
O editorial do Financial Times afirma, sem meias palavras, que o Petrolão ameaça derrubar o governo brasileiro.
Num documento assinado por um dos mais conceituados juristas brasileiros,  Ives Gandra Martins afirma que "o assalto aos recursos da Petrobras sem que a presidente do Conselho de Administração e depois a presidente da República o detectasse, constitui omissão, negligencia e imperícia, configurando improbidade administrtiva, o que pode ensejar um processo de impeachment."
 
Bem, se políticos e empresários serão responsabilizados pela corrupção na Petrobras, só a Justiça dirá.
Mas, como publicou o jornal inglês, ao contrário do que aconteceu aos corruptos do Mensalão “a resposta do judiciário brasileiro, desta vez, precisa ser mais rápida e mais firme”

 


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